Jornal “O Liberal”, de Americana, comemora nova reforma gráfica

O jornal O Liberal completa hoje 60 anos de fundação e se seu compromisso com a verdade continua o mesmo, por outro lado seu visual se inova ao sabor dos tempos. A partir de hoje, os leitores passam a ter em mãos um jornal mais moderno, de leitura dinâmica e visual arrojado, fruto de um trabalho de sete meses dos profissionais da agência de designer gráfico Audaz.

As mais notáveis novidades se deram no enxugamento de elementos gráficos, uso de fontes exclusivas criadas pelo artista e designer gráfico português Dino dos Santos, e o acréscimo de boxes, gráficos e outras ferramentas que permitirão uma hierarquização das notícias que diariamente chegam às bancas e às casas de milhares de leitores dos municípios de Americana, Hortolândia, Nova Odessa, Santa Bárbara d´Oeste e Sumaré.

A edição desta sexta-feira também apresenta mudanças nos nomes de alguns cadernos. O antigo Caderno L passa e ser o +Cult, e inaugura, entre outras novidades, tiras do “Recruta Zero”, de Mort Walker, e “Hagar”, de Dik Browne. O Panorama, que cobre assuntos do Brasil e do mundo agora se chama 360º. Já o Seu Dinheiro muda para Seu Valor. Cláudio Gil, um dos maiores calígrafos do Brasil, desenhou uma nova letra L no logo do jornal. Já Rodrigo Fortes pesquisou e desenvolveu os novos infográficos dos cadernos.

São mudanças pensadas para integrar o mais tradicional jornal americanense com o que há de mais moderno em matéria de visual gráfico no mundo, num projeto que começou a ser desenvolvido no final do ano passado quando a direção do jornal fez as primeiras reuniões com os proprietários e coordenadores da Audaz, Andrei Polesi e Alexandre Bassora.

“Mudar é uma tendência e uma necessidade dos jornais que precisam atender a uma nova geração de leitores que está chegando cada vez mais acostumados com novas tecnologias e outros meios de se obter informações. Mas também é preciso que essa mudança chegue num momento que se justifique”, comenta Polesi.

Já Bassora frisa o equilíbrio entre a necessidade de inovar e o cuidado com a solidez de um produto com 60 anos de serviços prestados à população de Americana e região. “Tratamos com todo o cuidado, como se estivéssemos mexendo em uma bandeira”, compara.